Ostracismo científico en las escuelas angoleñas: una aproximación a la luz de la cultura
DOI:
https://doi.org/10.54580/R0602.04Palabras clave:
Ciencia, Cultura, Angola, Ostracismo, OccidentalResumen
Las escuelas angoleñas han servido de escenario para el sesgo científico en sus contenidos didácticos, al comprobarse la insuficiente proliferación del legado afrocientífico. Pese a ello, el principal objetivo de este artículo es analizar la exclusión y no inclusión de referentes científicos africanos en el sistema escolar angoleño. Buscando comprender, a través de un enfoque deductivo, la ocurrencia de este proceso de ostracismo en nuestro sistema educativo, desde Angola, su modelo educativo no difiere mucho de los que comparten el mismo ámbito global, si no solo en la intensidad de la inversión monetaria. Por lo tanto, con este artículo se analizará profundamente la ciencia en Angola, combinada con la cultura, apoyado en autores de renombre como Marimba Ani, George James, Maria Eva Lakatos, Filipe Zau, entre otros.
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